
Há mulheres que passam a vida inteira a tentar encaixar. Em relações, em lugares, em expectativas, em versões de si mesmas que nunca lhes pertenceram. Este livro não é um manual, nem uma promessa de cura imediata. É uma travessia. Se nunca te encaixaste, talvez não fosse para encaixar é um convite silencioso para olhar para dentro, escutar o corpo, reconhecer a própria sensibilidade e compreender que o não-pertencimento pode ser sinal de profundidade — não de erro. Com perguntas, pausas e reflexões, este livro acompanha mulheres intuitivas, sensíveis e espiritualmente despertas (mesmo que ainda não saibam nomear isso) num reencontro consigo mesmas. Não para se adaptarem. Mas para se lembrarem de quem sempre foram.